Supremo Tribunal Federal mantém decisão de Lula de retirar as acusações

A maioria do Supremo Tribunal Federal do Brasil manteve na quinta-feira a decisão de anular as sentenças criminais contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que realizou uma eleição presidencial em 2022 contra o atual presidente Jair Bolsanaro.

A decisão foi amplamente antecipada no início de março, depois que o juiz da Suprema Corte, Edson Fossin, decidiu que Lula não tinha jurisdição sob a jurisdição federal, o que foi rapidamente apelado pelo principal advogado do Brasil. consulte Mais informação

Lula, 75, administrou o maior país e a maior economia da América Latina entre 2003 e 2011, supervisionando o giro de produtos que turbinaram o crescimento econômico.

Em 2018, ele foi condenado por aceitar subornos de empresas de engenharia em troca de contratos públicos e passou um ano e meio na prisão, onde ele e outros podem apelar de seus casos sem tempo até que o Supremo Tribunal decida.

Lula e seus partidários chamaram a força-tarefa anticorrupção que o derrubou da Operação Lava Jato de tentativa de motivação política. As conversas que vazaram em 2019 levantaram questões sobre se os investigadores haviam economizado para garantir as investigações. A força-tarefa foi dissolvida em fevereiro.

Com as cobranças feitas, Lula merece concorrer novamente, e Bolzano é o favorito entre os adversários para capturar o líder da direita em 2022. As primeiras pesquisas mostram uma disputa acirrada.

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