O clima vazio do Bolsanaro promete ao Brasil

Embora seja uma mudança positiva, observadores internacionais apontaram que o Brasil não registrou oficialmente suas promessas junto a ferramentas ou organizações internacionais. Além do mais, ex-presidente Dilma Rousseff, ONU

Outro fato pessimista é que, além das promessas não oficiais, o Brasil não fará um novo NDC (contribuição nacionalmente determinada para o esforço global de redução de emissões) em Glasgow. Isso mostra que não há um caminho específico para cumprir as promessas feitas pelo país.

Especialistas em clima destacam que o último NDC brasileiro, lançado em dezembro passado, permite que o país polua mais do que a meta anterior estabelecida em 2015. 360 milhões de toneladas a mais Mais carbono do que há seis anos.

Como parte do NDC de dezembro de 2020, o Brasil estabeleceu uma meta de atingir o zero líquido até 2060, dez anos a mais do que o presidente havia prometido publicamente. Para atingir esse objetivo, o NDC estabeleceu uma condição: recebimento de repasses financeiros. Se a promessa de Bolsanaro de lidar com o desmatamento na Cúpula dos Líderes do Clima tivesse sido uma promessa real, o país não teria fornecido informações específicas sobre como enfrentá-lo, seja em seu NDC ou em outro lugar.

A verdade é que, se o número de desmatamentos no país continuar aumentando, não haverá maneira confiável de atingir as metas de 2030 ou 2050. Também é verdade que durante a presidência de Paulsonaro, houve um Remoção sistemática das estruturas institucionais e jurídicas brasileiras Para a proteção da floresta, levará o país na contramão de seus deveres.

A realidade é que para que o Brasil cumpra seu papel fundamental no cumprimento da prometida redução de carbono e da importância das florestas brasileiras (que atuam como pulmões para todo o planeta), os setores de uso da terra e silvicultura precisam fortalecer as medidas e políticas de mitigação, ao invés do que enfraquecê-los. Porém, como a maioria dos países amazônicos, os interesses políticos e privados são prioritários para a proteção do planeta.

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Segundo Bolzano, desde que haja evidências sólidas e verificáveis ​​de ação, é preciso assumir seu compromisso com as partículas de sal e trabalhar com o que ele mostrou: desconsiderar como o desmatamento está afetando o aquecimento global crescente e insuportável.

Bolzano deve se candidatar à reeleição no ano que vem, e seu principal desafio pode ser a Luís Inácio Lula da Silva, o famoso ex-presidente conhecido como Lula do Partido Trabalhista de esquerda. Lula foi preso por um juiz que era secretário de justiça no governo de extrema direita de Bolsanaro, mas, no início deste ano, o juiz foi considerado tendencioso e o ex-presidente foi absolvido de todas as acusações.

Lula está atualmente 20% à frente de Bolzano nas pesquisas para as eleições do ano que vem. No último mandato de Lula, que terminou em 2010, a floresta amazônica foi destruída Significativamente reduzido E o ativista do Partido Verde brasileiro e músico de destaque, Gilberto Gill, Foi seu Ministro da Cultura.

Bolzano, às vezes referido como o ‘Trunfo dos Trópicos’, é visto como um dos principais atores na ação climática global, e todos aqueles que se preocupam com a mudança climática continuarão a assistir à eleição do Brasil.

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