Luz verde da eletricidade no Brasil por meio de reservas domésticas na Amazônia

O presidente brasileiro Jair Bolzano discursa na 76ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas em 21 de setembro de 2021 na cidade de Nova York, EUA.

RIO DE JANEIRO, 29 de setembro (Reuters) – As empresas responsáveis ​​pelo projeto disseram na quarta-feira que a linha de força de 715 quilômetros (440 milhas) na região amazônica do Brasil recebeu autorização ambiental para que a construção pudesse prosseguir. Os danos que isso pode causar.

Falando no evento, o líder de direita Jair Bolsanaro disse que é um grande dia para o estado de Roraima, que conectará energia a outras partes da rede elétrica brasileira. A construção levará cerca de três anos, disse Bolzano.

O presidente apoiou a construção da rota para garantir a segurança energética de Roerima, que recebe eletricidade da Venezuela, onde a instabilidade política interrompeu esse arranjo e o governo agora conta com caras termelétricas.

A preocupação ambiental há muito detém o projeto, cujos direitos foram leiloados pelo governo em 2011. A linha, que conecta as cidades de Manas e Boa Vista, ao norte, se estende por 120 quilômetros na Reserva Interior protegida de Wimry-Atori.

A estatal Centric Eletricas Brasileros SA (ELET6.SA) e a empresa privada de energia Alupar Investimentos SA (ALUP11.SA) disseram na quarta-feira que receberam licença do IBAMA para realizar obras de construção.

O Ministério Público Federal alega que o plano viola os direitos dos índios e que as empresas e o governo não assumem o dever de consultar ativamente as tribos afetadas.

Desde o início dos anos 1900, o contato com imigrantes e os combates com os militares levaram à quase extinção de Wimry-Atori devido à doença.

De acordo com uma avaliação ambiental revisada pela Reuters, as empresas planejam tomar uma série de medidas para evitar danos à tribo, incluindo a construção de linhas de até 109 metros (358 pés) acima do terreno reservado. Cerca de 200 fiscais serão nomeados para mitigar o impacto ambiental dos 250 postes a serem construídos na reserva.

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De acordo com o documento, quaisquer informações geográficas sobre a descoberta de recursos minerais ali serão mantidas em sigilo, a fim de evitar atrair interesses ilegais de mineração.

Reportagem de Lisandra Paraguay em Brasília e Marta Noguera no Rio de Janeiro, escrita por Carolina Mantle e Jack Spring; Edição de Sisu Nomiyamma e Margurita Choi

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