Hospitais no Brasil estão à beira do colapso enquanto o ministro da saúde culpa novas cepas do vírus corona

Dezoito dos 26 estados e um distrito federal do Brasil têm 80% da capacidade de exibição de dados em UTI, federais e estaduais. Nove deles estão à beira do colapso, com uma capacidade de mais de 90%.

O ministro da Saúde, Eduardo Pasuello, reconheceu a crise, com os governadores dos estados em 25 de fevereiro, dizendo que novas cepas do vírus corona tornaram ainda mais difícil o controle da epidemia, com taxas de mortalidade e infecção em um país que há muito está fora de controle.

“O vírus mutante é três vezes mais poluente e vai surpreender os governadores em termos de agilidade, estrutura e suporte. Essa é a realidade que temos no Brasil hoje”, afirmou.

Dados das secretarias estaduais de saúde brasileiras mostram que o estado de Rondônia enfrenta um aumento no número de casos, com UTI com capacidade de 97,5%. Em seguida, vem o sul do estado do Rio Grande do Sul com 97,2% e o distrito federal da capital do país, Brasília, com 96,45%.

Hospitais privados em todo o país também estão entrando em colapso. Hospital São Paulo Um dos hospitais mais exclusivos do Brasil, o Israel Albert Einstein – o primeiro caso de Covit-19 a ser diagnosticado no país – tem capacidade 100% UTI, disse um porta-voz do hospital nesta segunda-feira.

Na semana passada, o Brasil bateu um recorde com 8.224 mortes esta semana, elevando o número total de mortes do país para 254.942. O Brasil registrou mais de 10,5 milhões de casos até segunda-feira.

Solicita medidas preventivas

O Relatório Fiocross O Brasil pediu medidas preventivas imediatas para reduzir a disseminação do vírus quando a vacina é lançada lentamente. Apenas 3% da população do país recebeu a vacina Govt-19 e apenas 1% recebeu duas doses, disse o ministério da saúde na segunda-feira.

“O lento processo de vacinação e o surgimento de novas cepas do vírus e as incertezas que ainda trazem, aumentam a necessidade de interromper ou retardar a propagação do vírus por meio de medidas não farmacológicas”, disse o relatório.

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A convocação foi repetida pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde do Brasil. Em uma carta aberta, o conselho apelou ao governo do presidente Jair Bolsanaro para emitir um toque de recolher nacional, proibir reuniões em massa e aulas presenciais, praias e bares, e implementar um “plano de comunicação nacional” para enfatizar a necessidade de tal medidas de precaução.

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Até agora, o conselho disse que a “falta de uma abordagem nacional coesa e coesa do Brasil torna difícil tomar e implementar medidas competentes para mitigar a intensificação das interações sociais durante as eleições, reuniões de verão e festivais e festivais de final de ano”.

“O relaxamento das medidas de segurança e a disseminação de novas cepas do vírus levaram ao agravamento das crises sociais e de saúde”, acrescentou.

Durante a epidemia, o presidente brasileiro Jair Bolsanaro criticou o uso de máscaras, ameaçou governadores com operações de bloqueio e culpou governos e governadores anteriores pela falta de leitos de UTI.

A jornalista Marcia Reverdosa em São Paulo, Mitch McCluskey da CNN em Atlanta e Caitlin Hu em Nova York.

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