Fome e pobreza assolam a COVID-19 no Brasil

Milhares de residentes do Rio fazem fila para colocar comida na mesa enquanto o devastador ressurgimento da COVID-19 continua no Brasil. Na manhã de terça-feira, as estações estavam lotadas de ônibus lotados de passageiros viajando pela cidade. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Pace, anunciou na semana passada que sim, mas que seu governo só permitiria o funcionamento de serviços essenciais de 26 de março a 4 de abril, devido ao aumento das internações hospitalares causadas pelo vírus corona.

“Se eu não trabalho, não há comida, nem aluguel, nada. Nesse BRT desprezível, tenho que cuidar da minha família e arriscar a vida”, diz Sylvani da Rocha, 25 anos, operária da construção, do lado de fora A estação de onibus. O financiamento de emergência financiado pelo governo federal terminou em dezembro de 2020, e o novo pacote, que oferece o valor mais baixo para pessoas de baixa renda, não será lançado até abril.

Aqueles em necessidade desesperada teriam ficado sem qualquer ajuda por três longos meses, o que aumentou o número de pessoas procurando por comida em refeitórios populares em toda a cidade. Rubens Jr. coordena o Serviço Franciscano de Solidariedade (Cefras), onde, entre outros projetos, distribui lanche para carentes do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Quando a epidemia atingiu o Brasil em março de 2020, o Cephras começou como uma emergência, com o grupo distribuindo cerca de 1,4 milhão de almoços. “Infelizmente, à medida que a epidemia continua, o número de doadores e voluntários está diminuindo”, explicou Jr. Ele observou que, além do número crescente de desabrigados durante as epidemias, cada vez mais pessoas com empregos e casas estão usando o serviço.

Segundo o Ministério da Economia, o estado do Rio de Janeiro perdeu mais de 127 mil empregos até 2020, o pior do país. Mais de um milhão de pessoas foram demitidas no estado no ano passado. Em 2020, o PIB do Brasil terá encolhido para 4,1%, a maior recessão anual em décadas. Só a queda da atividade resultou em uma perda de 6,9% na arrecadação de impostos para o Brasil, cerca de US $ 58 bilhões (US $ 10,5 bilhões).

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(Crédito da imagem: AB)

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