China vai aprovar pedidos de importação de carne bovina brasileira para certificação antes de 4 de setembro

Em 19 de dezembro de 2017, um trabalhador espalhava carne salgada na fábrica da JBS SA, maior produtora de carne bovina do mundo, em Santana de Bernabeu, Brasil. REUTERS / Paulo Whitaker / Arquivo de fotos

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PEQUIM, 23 de novembro (Reuters) – Autoridades aduaneiras chinesas disseram na terça-feira que aceitariam pedidos de importação de carne bovina brasileira, que recebeu um certificado sanitário antes de 4 de setembro, para permitir o desembaraço final da carga bovina nos portos chineses.

Depois de suspender dois casos de doença bizarra da vaca louca, o Brasil parou de exportar carne para a China em 4 de setembro, mas continuou a exportar carne já nos portos, a maioria dos quais não passou pela alfândega na chegada à China.

A Alfândega atualizou seu site na terça-feira para dizer que agora aceita pedidos de importação de carne bovina certificada antes da suspensão.

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Não está imediatamente claro quanto tempo esses procedimentos levarão, ou quanto do produto foi bloqueado desde a suspensão.

O Brasil é o principal fornecedor de carne bovina da China, fornecendo cerca de 40% de suas importações, e os compradores esperavam inicialmente que o comércio fosse retomado em algumas semanas.

Desde que os casos foram relatados, a pecuária relatou dois casos de doenças neurodegenerativas na população brasileira, embora não tenham sido associados ao consumo de carne bovina, disseram autoridades agrícolas.

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Relatório de Dominic Patton; Edição de Tom Hogg e Muralikumar Anandaraman

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