Brasil suspende licença de fiscalização de lavra na Amazônia

Dentro Nova ordem, O ministro reconhece que os credenciamentos que deu foram questionados por três órgãos do governo: Agência Nacional de Mineração (ANM), Fundação Nacional do Índio (Funai) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A decisão foi condenada por grupos de primeiros países, como ONGs e a Federação das Organizações Tribais do Rio Negro.

As sete aprovações que ele deu permitiram às mineradoras explorar um total de 12,7 mil hectares de ouro na área de Cabeça do Cachorro, uma floresta bem protegida no norte do estado do Amazonas. Além de estar muito próximo da fronteira com países vizinhos, o município que administra Cabeça do Cachorro possui duas dezenas de povos indígenas e muitas reservas naturais e fica muito próximo ao Parque Nacional do Pico da Neblina.

De acordo com Média local, A Procuradoria-Geral da República abriu inquérito para examinar a legalidade das acreditações concedidas por Ribeiro.

O Socialismo Brasileiro e o Partido da Liberdade também Enviou uma carta Ribeiro emitiu 81 licenças de mineração aplicáveis ​​a várias partes da Amazônia desde 2019, levando o Ministério Público a conduzir tal investigação em tempo hábil. No total, foram emitidas 45 licenças em 2022, que é a maior aprovação. Primeira taxa de 2013.

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