Brasil quer mais comércio e investimentos com países árabes, diz funcionário

Um agricultor dirige um trator espalhando fertilizante em um campo de soja, perto de Brasília, Brasil 15 de fevereiro de 2022. REUTERS/Adriano Machado/Foto de arquivo

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BRASÍLIA, 4 Jul (Reuters) – O Brasil quer ampliar o comércio e os investimentos com os países árabes, disse um funcionário do governo nesta segunda-feira, em meio a negociações em andamento para acordos comerciais com Arábia Saudita, Líbano e Emirados Árabes Unidos.

Falando no Fórum Econômico Brasil e Países Árabes, o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, disse que o estreitamento das relações é uma prioridade para o Brasil e algo que tem grande potencial, pois o país busca aumentar a variedade de mercadorias que vende . e compra no exterior.

O maior parceiro comercial do Brasil é a China, embora o país sul-americano tenha fortes laços comerciais com países árabes e não árabes do Oriente Médio, como o Irã, para onde o Brasil exporta alimentos e grãos.

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Após anos desenvolvendo essas relações comerciais, o Brasil tornou-se o maior fornecedor mundial de carne “halal”, que é produzida de acordo com as exigências da dieta muçulmana. consulte Mais informação

Segundo Ferraz, o Brasil já celebrou um acordo de facilitação de investimentos com o Marrocos e tem um acordo de livre comércio com o Egito. Ele observou que ambos os países desempenharam um “papel importante” no fornecimento de fertilizantes ao Brasil este ano, já que as sanções contra a Bielorrússia e a Rússia causaram uma escassez global.

O governante destacou ainda que, enquanto o mundo está focado na reconfiguração das cadeias produtivas globais, o Brasil já está vendendo mais commodities agrícolas e pretende diversificar ainda mais o que exporta para os países do Oriente Médio.

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“Mas queremos mais, queremos diversificação”, disse Ferraz.

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Reportagem de Marcela Ayres; Edição por Josie Kao

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