Bluegrass Beyond Borders: Bardo e o Banjo do Brasil

o Bardo e o Banjo pode estar iniciando uma nova tendência, pelo menos no que diz respeito à conexão entre o Brasil e o bluegrass. Agora comemorando dez anos de fundação, feliz acontecimento que resultou das apresentações de Wagner Creoruska nas ruas de São Paulo, tocando solo de banjo e mala de bumbo. “Foi através dessas apresentações de rua que tudo começou, e eu conheci os membros da banda”, lembra Creoruska. Eventualmente, uma banda emergiu dessas conexões iniciais, que inclui Creoruska no banjo, Marcus Zambello no violino, Rodrigo Rossignol no bandolim e Ivan Valle no baixo acústico.

Com isso, nasceu o Bardo e o Banjo.

No entanto, a banda foi alimentada por algumas influências iniciais improváveis. “Bluegrass não é tão popular aqui no Brasil”, insiste Creoruska. “A primeira vez que ouvi bluegrass foi em 2007. Era uma banda chamada Hayseed Dixie, uma banda que adapta o bluegrass da música clássica de bandas de rock ‘n’ roll como AC/DC. Foi assim que conheci esse som pela primeira vez e me apaixonei por ele. Depois disso, comecei a pesquisar, e foi aí que encontrei os verdadeiros criadores do estilo, como Bill Monroe, Earl Scruggs, JD Crowe, Tony Rice e tantos outros ícones do bluegrass.”

Isso levou Creoruska e seus compatriotas a criar sua própria variação do estilo, que eles adaptaram como seu. “Fazemos nossas próprias músicas que misturam bluegrass com nossa música regional aqui no Brasil”, explica. “Chama-se ‘musical caipira’ e ‘moda de viola’. Existem muitos pontos em comum nesses dois estilos musicais e gostamos muito de explorar essa junção. Além disso, gostamos muito de tocar músicas de bluegrass tradicionais e até mesmo algumas versões de bluegrass de músicas clássicas de rock n roll. Então o que temos no final é uma grande mistura de estilos diferentes, mas com o bluegrass sempre como ponto de partida e o tipo de música que amamos.”

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Na verdade, o amor parece ser mútuo entre a banda e seus seguidores. o Bardo e o Banjo tocou extensivamente em todo o Brasil natal, incluindo cidades e estados como Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e outros em uma combinação de vários locais que incluem pubs, festivais de música, e eventos privados.

No processo, a banda teve a oportunidade de se apresentar com outras importantes bandas brasileiras, entre elas, Supercombo, Tuatha de Danann e Terra Celta.

“Bluegrass é um estilo de música muito cativante e os brasileiros gostam muito do som do bluegrass, mesmo sem conhecer as músicas que tocamos”, Creoruska mantém. “Tivemos a oportunidade de tocar em vários programas de televisão e sempre recebemos muitas mensagens de pessoas dizendo que conheceram o bluegrass através de nossas apresentações e que estão encantadas com esse estilo musical.”

Não surpreendentemente, então, o grupo provou ser particularmente popular no circuito de festivais locais, com Creoruska citando encontros como Lollapalooza 2015, Psicodália 2015, Odin’s Krieger Fest 2016, Virada Cultural Maringa 2016, Rodeo Motorcycle 2017, 2018 e 2019, BMS Motocicleta 2018, Capital Moto Week 2019 e Oxigênio Festival 2019 como os que os apresentaram até agora.Também fomos convidados para tocar no John Hartford Memorial Festival em Indiana, em 2015, mas infelizmente não pudemos ir por causa de um problema com nossos vistos americanos”, convoca. “Fomos para Chicago, mas tivemos que voltar para o Brasil e, infelizmente, não tivemos tempo de tirar os vistos e voltar ao festival.”

Entretanto, o Bardo e o Banjo conta com quatro discos no total, dois com material próprio e os outros dois com capas. “Nosso último álbum se chama Tempo e memória”, diz Creoruska. É uma curiosidade muito legal que começamos a cantar em português nesse álbum.”

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Os álbuns estão disponíveis em várias plataformas digitais como Spotify, Apple Music, Amazon.

Creoruska observa que o álbum mais ou menos se alinha ao seu MO. Eles apresentam seu próprio material original, mas também tocam covers.

Consequentemente, Creoruska é capaz de oferecer seus próprios pensamentos sobre por que o bluegrass possui seguidores internacionais.

“Bluegrass é um estilo de música apaixonado”, observa ele. “Lembra-nos de muitas coisas boas, como a vida no campo e as alegrias de poder reunir e tocar com os amigos. É um som que transmite essa alegria a todo o tipo de pessoas.”

Teremos o maior prazer em ouvir seus pensamentos

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