Atualização 1-S. Covid-19 está longe de ser encontrada tão preocupada quanto os Estados Unidos e o Brasil – especialmente o oficial de saúde dos EUA

(Citações sobre o Brasil, incluindo detalhes)

Escrito por Julia Sims Cobb

BOGOTÁ, 7 de abril (Reuters) – A América do Sul é agora a região mais afetada pelas infecções do Govt-19, com casos aumentando em quase todos os países, disse quarta-feira o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (PAO).

“As epidemias não são tão prevalentes quanto na América do Sul”, disse a diretora Carissa Etienne em uma entrevista coletiva semanal.

O Brasil viu uma revolta muito cruel. Com as mortes diárias subindo para mais de 4.000 na terça-feira, os cientistas prevêem que em breve ultrapassará o pior nível recorde de janeiro nos Estados Unidos.

“A situação no Brasil é nacional”, disse Sylvain Aldigeri, diretor do incidente do COVID-19. “Nossa preocupação no momento é também dos cidadãos brasileiros, e é maior no contexto desses serviços de saúde”.

O Brasil agora tem acesso a mais vacinas COVID-19 e pode obtê-las por meio de uma parceria global, disse Aldigeri.

A OPAS poderia estender sua assistência aos estados brasileiros se solicitada, o que já facilita o sequenciamento de genes virais, compra de oxigênio e teste do vírus corona.

As unidades de terapia intensiva no Peru e no Equador estão se aproximando da capacidade, dobrando na semana passada em algumas partes da Bolívia e da Colômbia, e também houve uma aceleração nos casos do cone sul, de acordo com Etienne.

Os Estados Unidos, Brasil e Argentina estão entre os 10 principais países com o maior número de novos surtos em todo o mundo.

Houve mais de 1,3 milhão de novos casos de vírus corona nos Estados Unidos e mais de 37.000 mortes na semana passada, mais da metade das mortes em todo o mundo, de acordo com Etienne.

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“Não podemos facilitar a saúde pública e intervenções sociais sem bons dados e justificativas”, disse Etienne, acrescentando que a desaceleração e a cessação das transferências “requerem uma ação decisiva por parte dos governos locais e nacionais”.

Mais de 210 milhões de vacinas foram distribuídas nos Estados Unidos, disse Etienne.

Bolívia, Nicarágua e Haiti podem ser afetados por atrasos nas exportações de vacinas pelo Instituto Serum da Índia, disse o vice-diretor Jarbas Barboza, mas a Organização Mundial da Saúde apelou ao governo indiano para ratificar os acordos de exportação.

(Relatório de edição de Julia Sims Cope de Phil Berkrot)

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