Atualização 1 – Programa de vacinação do Govt-19 do Brasil devido ao não comparecimento

(Inclui parecer do Ministério da Saúde)

Escrito por Point Pedro

RIO DE JANEIRO, 23 de abril (Reuters) – O programa de vacina Covit-19 do Brasil está em risco porque as pessoas não mostram sua segunda injeção, com 1,5 milhão de pessoas faltando às reuniões para a dose de acompanhamento necessária para aumentar a segurança. Ao Ministério da Saúde.

Em um estudo recente no Chile, os especialistas estimam que a vacina Covit-19 biotecnológica Sinovac é apenas 16% eficaz após uma injeção, respondendo por 80% do programa do Brasil.

“Sem os dois níveis, não temos proteção total ou de longo prazo”, disse Juarez Cunha, presidente da Associação Brasileira de Imunização, à Reuters. “Precisamos de gente para fazer todo o ciclo.”

Nesta semana, mais pessoas morriam de COVID-19 no Brasil do que em qualquer outro lugar do mundo, com o presidente Jair Bolsanaro criticando amplamente a oposição às medidas de bloqueio e dizendo que soluções como a hidroxicloroquina trazem pouco ou nenhum benefício. A Índia agora ultrapassa o Brasil em mortes diárias.

No total, COVID-19 já ceifou mais de 380.000 vidas no Brasil, o segundo maior número de mortes no mundo depois dos Estados Unidos.

O programa de vacinação do país tem falhado repetidamente as metas devido à escassez de quantidades como resultado de atrasos no fornecimento de ingredientes ativos da China e da Índia.

Agora, a preocupação extra é que as pessoas não estão conseguindo receber sua segunda dose de volta.

Especialistas e funcionários envolvidos na campanha disseram que o baixo comparecimento parece ser devido a menos comunicação, com as pessoas não percebendo a importância do segundo tiro ou esquecendo quando queriam ir.

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Em alguns casos, as pessoas podem ficar desanimadas com uma forte reação à primeira dose, que pode causar febre de curto prazo e dores no corpo. Alguns locais de vacina possuem longas filas que excluem grupos prioritários que podem ser suscetíveis ao COVID-19.

Em resposta a um pedido de comentário, o ministério da saúde disse que estava preparando uma campanha na mídia nacional para aumentar a conscientização sobre a importância de obter uma segunda chance. Não comentou porque muitos não compareceram para completar o ciclo de vacinação.

O ministério havia dito anteriormente que os problemas não ocorreriam devido à falta de disparos, mas reteve a segunda medição para garantir a disponibilidade dentro do prazo.

Mas com tantos segundos níveis restantes e a promessa de entregas futuras, o ministério mudou no mês passado suas diretrizes para permitir que todas as diretrizes fossem incluídas nos primeiros níveis.

Isso contrasta fortemente com o Chile, onde a estratégia de vacinação se tornou mais uma prioridade para indivíduos de segundo grau na obtenção da vacina inicial.

A maior economia da América do Sul tem uma história orgulhosa de campanhas de vacinação bem-sucedidas e pesquisas mostram que a maioria dos brasileiros está interessada em se vacinar. Mas os cientistas temem que a notícia do segundo cenário não tenha interferido.

“As pessoas precisam pegar sua segunda dose no rádio, na televisão, todos os dias e acordar para não perder”, disse Christina Bonorino, integrante da equipe científica da Sociedade Brasileira. Imunidade.

Um estudo realizado no Chile, que analisou a eficácia da vacina entre 10,5 milhões de pessoas, descobriu que a eficácia na proteção contra doenças sintomáticas com uma segunda injeção sinovial aumentou de 16% para 67%. A vacina AstraZeneca produz as demais vacinas no Brasil, ao contrário, sendo 76% efetiva duas semanas após o término da primeira injeção.

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“Se uma pessoa não receber a segunda dose, não há garantia de que a vacina funcionará”, disse Bonorino.

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