Arquivos da Águia, ago. 3, 1961: Piloto da Berkshire entrega avião para o Brasil com 3 dias de prisão na Amazônia como escala | História

GREAT BARRINGTON – Um morador de Church Street de 25 anos, Edward Houghtaling, natural de Lee, retornou recentemente de uma agitada viagem de 5.000 milhas ao Brasil em um monomotor Piper Tri-Pacer.

Durante a viagem, em um avião que transportava apenas tanques de gasolina padrão de 44 galões, Houghtaling passou três dias em uma prisão brasileira como suspeito de contrabando e teve seu avião apreendido por seis dias.

Houghtaling começou a voar há três anos, estudando com Walt Koladza da Berkshire Aviation Enterprises Inc., no Aeroporto de Barrington sob o GI Bill.

Quando um empresário americano no Brasil comprou um avião de uma empresa de Nova York, Koladza foi questionado se ele tinha um piloto disponível para transportar a aeronave para a empresa em Fortaleza, Brasil.

Koladza ofereceu a viagem a Houghtaling, que conseguiu tirar duas semanas de seu emprego na Pioneer Credit Corp. aqui. A Houghtaling obteve licenças comerciais, de instrutor e multimotor no aeródromo local.

Houghtaling estudou várias rotas para o Brasil e decidiu fazer o percurso mais curto, sobre a água, pulando de ilha em ilha para abastecer sua embarcação. O avião, com o equipamento padrão que carrega, tem um alcance de cerca de 400 milhas. Em um ponto da viagem, Houghtaling fez um salto de 370 milhas inteiramente sobre a água, de Nassau a Matthew Town, uma pequena ilha ao norte do Haiti.

Embora ele tivesse postado um plano de voo antes de partir, as comunicações para as pequenas cidades da região amazônica onde ele teve que pousar eram tão ruins que sua chegada foi totalmente inesperada. Quando ele desembarcou em Macapá, uma cidade de 25.000 habitantes na margem norte do Amazonas, perto de sua foz, ele foi preso e colocado na cadeia. Seu avião foi apreendido pelas autoridades da cidade.

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Houghtaling passou três dias na prisão antes de conseguir entrar em contato com o único residente de língua inglesa da área, um missionário americano da Pensilvânia chamado Clinton Thomas, que providenciou para salvá-lo e liberar seu avião. Os funcionários da cidade relataram que suspeitavam que ele transportava mercadorias contrabandeadas para o país.

Houghtaling relatou que seu maior problema era a barreira do idioma, pois nas cidades menores não encontrava ninguém que falasse inglês e não falava português, a língua nacional do Brasil.

Depois de sair de Macapá, voou para Belém, do outro lado do Amazonas, na margem sul, a uma distância de 240 quilômetros. Lá ele não foi preso, mas seu avião foi apreendido. Em Belém ele ficou detido por mais três dias, tempo que levou para entrar em contato com o comprador do avião, a 1.100 quilômetros de distância.

Houghtaling diz que levou seis dias de vôo para fazer a viagem de 5.000 milhas. Ele passou dois dias em Nassau e um em Ciudad Trujillo, e voou de volta por companhias aéreas comerciais. Ele se foi 17 dias.

Esta história na história é selecionada dos arquivos por Jeannie Maschino, The Berkshire Eagle.

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