Anticorpos menos eficazes contra variedades do Brasil e da África do Sul: The Tribune India

Berlim, 28 de março

Diferentes formas de bócio, relatadas pela primeira vez na África do Sul e no Brasil, têm menor probabilidade de serem prevenidas por anticorpos de pacientes recuperados e indivíduos vacinados, confirma um novo estudo.

De acordo com pesquisas publicadas na revista Cell, a recuperação e a vacinação de Covit-19 só podem fornecer proteção incompleta contra essas formas de vírus mutantes.

Seqüestrando com um vírus

  • Esses tipos de vírus contêm mutações na proteína spike – a estrutura na superfície do vírus que é responsável por se anexar às células hospedeiras – disseram os pesquisadores.
  • Para que o vírus entre em uma célula, ele deve primeiro se anexar à superfície da célula hospedeira usando sua proteína spike, que está localizada no envelope do vírus. Alvo de proteína de pico para tratamentos de anticorpos e vacinas.

“Isso é preocupante porque a rápida disseminação de variantes que não são efetivamente evitadas por anticorpos pode prejudicar nossa estratégia de vacinação atual”, disse Stephen Bolmann, co-autor do estudo no Centro Alemão de Primatas em C ங்க tingen.

Esses tipos de vírus contêm mutações na proteína spike – a estrutura na superfície do vírus que é responsável por se anexar às células hospedeiras – disseram os pesquisadores. Eles disseram que para o vírus entrar em uma célula, ele deve primeiro se conectar à superfície da célula hospedeira usando sua proteína spike. “Essas variantes foram menos prevenidas por anticorpos de indivíduos ativos ou vacinados, o que evitou parcialmente o efeito neutralizante dos anticorpos”, disse John Munch, outro co-autor do estudo. – PTI

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