Alta concentração financeira leva à ascensão da Fintech no Brasil

O setor Fintech do Brasil está se expandindo rapidamente na esteira das reformas positivas implementadas pelo governo.

No primeiro trimestre, O Credenciamento do Banco Central 53 Fintechs. E Semana Anterior Dentro Um evento Comissão organizadora Fintech Association, Roberto Campos Neto, chefe do banco central da Epifintex, disse que a empresa tem dificuldades para atender a todas as demandas que vêm da futura Fintech. No entanto, ele prometeu controlar estritamente as regras e reconhecer os jogadores.

Diego Perez (foto), presidente da Epiphintex (foto), conversou com a BN America sobre visão regulatória, alta concentração financeira e oportunidades para fintechs notarem.

BNamericas: O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que as Fintechs ainda estão crescendo rapidamente. A tendência continuará?

Perez: Espero que o crescimento das novas Fintechs continue drasticamente nos próximos anos.

Isso significa que o setor financeiro brasileiro está ainda mais concentrado, com alguns bancos controlando quase 80% das receitas de crédito e serviços financeiros.

Existem muitos quartos para explorar com fintechs existentes e novas. Até que tenhamos mais equilíbrio no mercado bancário, muitas fintechs surgirão.

BNamericas: Em que categorias as fintechs se concentram?

Perez: Áreas de pagamento Sujeito Mas o crédito digital já teve um rápido crescimento porque tivemos mudanças regulatórias significativas, incentivando a competição bancária.

O estudo de novas seções depende do problema regulatório. Como essas duas categorias tiveram melhorias regulatórias, elas foram exploradas pela Fintech.

BNamericas: Quais setores precisam de mais melhorias regulatórias?

Perez: Acredito que precisamos passar agora para segmentos de investimento individual, que são empresas que trabalham com investidores no processo de mercado de capitais. Precisamos avançar para regras mais claras em relação às insurtecs. O setor de seguros ainda é dominado por algumas grandes empresas.

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[Insurance regulator] A Susef já trabalha na área de segurança regulatória para o setor de seguros.

Principais desafios regulatórios Questões envolvendo vários processos burocráticos. A burocracia bancária no Brasil era justificada porque os bancos eram grandes o suficiente para falir e o sistema bancário tradicional tinha que ser seguro para as operações bancárias. Se um banco quebrar, colocará todo o sistema em risco, por isso a burocracia é importante.

Mas esse fato ocorreu no contexto de alguns jogadores. Quando temos um ambiente onde mais empresas dominam, o risco para todo o sistema se torna mais diluído. Mais e em um ambiente Pequeno Jogadores, se um deles tiver um problema de solução, isso não criará um problema para todo o sistema financeiro.

Outro ponto é grande Bancos foram levantados Manter altas barreiras à entrada é uma questão de ciberotaxa. Nos últimos tempos, a confirmação CyberSegurança é um grande sistema de data center, grandes investimentos em pessoas e tecnologia só podem ser feitos por grandes bancos. Hoje, os custos relacionados à segurança cibernética são baixos e acessíveis para pequenas empresas.

Hoje, os pickups oferecem configurações passivas, o que reduz bastante a barreira de entrada.

BNamericas: As Fintechs veem os bancos como concorrentes ou parceiros de negócios?

Perez: A maioria das Fintechs busca criar produtos melhores e mais eficientes com foco nas necessidades do usuário. Em bancos tradicionais, o pano de fundo do desenvolvimento de produtos gira em torno da lucratividade do banco, portanto, um banco tradicional costumava ser mais lucrativo para o banco com um produto ou serviço, mas não tão favorável ao cliente.

As fintechs mudaram essa mentalidade, obrigando os bancos a pensar de forma diferente. Muitos grandes bancos começaram a adquirir soluções desenvolvidas por Fintechs como aplicativos para suas operações digitais. Nesse sentido, podemos dizer que se trata de uma relação coletiva.

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BNamericas: Os bancos tradicionais vêem os batedores de carteira como concorrentes potenciais. Como as fintechs avaliam os picktecks?

Perez: As imagens se tornaram estruturas importantes porque entendem que, embora nem todos os produtos sejam lucrativos, elas precisam reter os usuários. Comprar o WhatsApp do Facebook é um exemplo disso, é um produto lucrativo, mas mantém as pessoas conectadas ao site.

A PickTecks percebeu que existem outras funções para manter os usuários conectados, como oferecer produtos financeiros. Por exemplo, posso enviar dinheiro para minha mãe sem sair do site da empresa. Isso é uma coisa conveniente.

Isso inclui várias seções, pois os picktacks podem adicionar qualquer serviço aos seus sites. Isso representa uma oportunidade para as fintechs porque uma empresa como o Facebook não tem interesse em desenvolver uma solução financeira própria que só pode disponibilizar qualquer coisa na plataforma, que já criou uma fintech em qualquer lugar do mundo. Picktecks ​​são um mercado para fintechs.

BNamericas: O surgimento de diferentes fintechs levará à integração?

Perez: Essa integração já está em andamento. Vemos Fintechs se juntando a outras no Brasil e muitas empresas lançando IPOs para financiar projetos de expansão e aquisição. Existem muitas empresas Em muitas categorias Introduziram IPOs e já concordaram em comprar Fintechs com soluções complementares para seus negócios.

Ao invés de contratar 100 pessoas para construir soluções na empresa, é mais fácil comprar uma Findtech com experiência em um serviço específico já estabelecido com 100 pessoas em uma empresa de qualquer segmento.

BNamericas: Você acredita nas ondas da Fintech se aproximando do mercado de capitais?

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Perez: Quanto às fintechs, acredito que há um trabalho a ser feito antes de se pensar em atuação no mercado de capitais, ou seja, fundos de investimento, em parceria com private equities.

Os requisitos de acesso ao mercado acionário exigem uma política de gestão bem estruturada que atraia novos investidores. Os fundos de private equity desempenham um papel importante na formação das empresas.

Espero que a FinTech continue esse processo de busca por fundos de private equity antes de emitir ações, mas o que precisa mudar são os termos do processo. Antes disso, no momento em que um fundo de private equity entra em uma empresa, Ações Vendas 10 anos, 15 anos; Hoje em dia são quatro ou cinco anos.

BNamericas: As Fintechs têm mais probabilidade de operar internacionalmente do que os bancos tradicionais?

Perez: Sem dúvida. É muito mais fácil pensar em uma Fintech como uma expansão global do que em um banco.

As operações da Fintech nascem no mundo digital e, na maioria dos casos, são 100% digitais. Um aplicativo que criei aqui pode ser usado na Europa e na Ásia. Os bancos tradicionais possuem uma estrutura corporal que inclui agências.

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