A foto do Titan no Brasil vai levar Vinicius Jr. a alturas maiores

Na sexta-feira passada, quando o Brasil convidou sua seleção para as eliminatórias da Copa do Mundo deste mês, eles foram acompanhados por alguns jornalistas pela primeira vez desde o surto. Quando o treinador Tide terminou de ler sua lista, houve uma sufocação audível no corredor. Vinicius Jr., que teve um início de temporada emocionante no Real Madrid, ficou de fora da equipe de 23 convocados.

Tide, francamente e corretamente, estava fascinado com Rafinha, do Leeds United, que causou um impacto dramático na ala direita nas datas da FIFA no mês passado. No lado esquerdo onde Vinicius atua com frequência, o treinador esclareceu que, enfim para esta convocação, dois jogadores estão na frente de Vinicius na linha. Lucas Bagotta tem uma opção muito criativa, de equilibrar a lateral com um lateral de um lado e um meio-campista atacante do outro. Também está o Anthony do Ajax, que teve uma campanha promissora nas Olimpíadas e teve um bom desempenho no banco no mês passado.

Então Vinicius fica de fora.

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Mas o estranho aqui é que, para esta chamada, existem lacunas. O Campeonato Brasileiro caminha para a sua fase final, e com todas as finais brasileiras da Copa Libertadores chegando no final deste mês, o Tide decidiu não convidar nenhum jogador de casa.

Na verdade, a necessidade de tomar essa decisão pode ter sido um alívio. Sempre houve uma pressão populista para colocar mais jogadores que vão ganhar a vida no Brasil. Nos últimos anos, muitas vezes deu errado quando o Brasil ficou fascinado por esse caminho e poderia ter terminado até mesmo em uma derrota humilhante para a Venezuela sem a apresentação de Rabinha.

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Portanto, existem alguns lugares extras. Um deles foi abandonado pelo meia-atacante de flamenco Everton Ribeiro e costumava ser uma reminiscência do antigo favorito de Tito, o Barcelona Philippe Coutinho.

Isso pode ter levantado algumas sobrancelhas em Madri, onde Rodrigo, do Real, poderia argumentar que suas reivindicações são fortes, especialmente depois disso. Clássico. Mas Rodrigo, que foi visto torcendo pela comissão técnica no Brasil em 2019, saiu do frio.

Vinicius, por sua vez, fez parte do grupo. Mas as chances que ele teve eram mínimas.

Ele ficou afastado por alguns minutos em um amistoso contra o Peru há dois anos e depois voltou às eliminatórias da Copa do Mundo em junho, à Copa América e a muitos mais eliminatórias da Copa do Mundo. Mas ele só começou um jogo pelo seu país, fora do Chile, em setembro, quando foi substituído em intervalos. Seus outros seis chapéus foram obtidos como alternativa.

Ele ainda não conquistou claramente a confiança do treinador. Em casa do Uruguai, quando o time estava jogando bem e liderando confortavelmente, sentar no banco no último jogo deve ter sido muito frustrante para ele, e o Uruguai foi forçado com um par lento de zagueiros. Abra o jogo e persiga. O jogo foi feito para sua velocidade explosiva no contra-ataque, mas os demais conseguiram permissão.

De volta a Madri, Vinicius defendeu seu caso no ponto mais importante – fora do campo. A crítica ao seu jogo é que a sua finalização não é precisa. Esta não é uma reclamação surpreendente. É difícil se casar em velocidades precisas e Vinicius pode encontrar um equipamento extra que o levará para longe de seu marcador em pleno vôo. Mas ele está claramente avançando, balançando a cabeça e escolhendo melhor seu lugar. Já foi a melhor temporada de gols de sua jovem carreira. Além disso, ele respondeu melhor à sua exclusão internacional marcando dois gols por Else no fim de semana que levou o Real Madrid ao auge da La Liga.

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É difícil imaginar qualquer outro jovem brasileiro atualmente tendo o mesmo impacto no futebol de clubes europeus. Se Vinicius mantiver a forma, sua ausência da seleção nacional parecerá uma injustiça perversa. E ele tem outra chance na quarta-feira, quando o Real recebe o Shakhtar Donetsk em um jogo tenso pela Champions League. Para Tite, a exclusão de Vinicius é um constrangimento de curto prazo que se tornará uma solução de longo prazo se o jogador for integrado com sucesso na seleção nacional.

O problema de curto prazo é dos guardas ucranianos, que devem tentar apanhar o vento na noite de quarta-feira.

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