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Depois de resolver a parte burocrática, que atrasou a aquisição dos medicamentos para a unidade central de saúde, 70% dos medicamentos gratuitos entregues para população já estão disponíveis na farmácia.  Ainda existem remédios em falta, mas são por problemas de entrega e de fabricação dos produtos.

“Quando se pede uma quantidade alta, muitas vezes os fabricantes não tem toda a demanda. Temos 23 fornecedores de medicamentos e distribuímos 262 itens que fazem parte da farmácia básica. Infelizmente, existem pessoas que chegam aqui e ficam alteradas por não ter algum medicamento. Porém, precisamos fazer uma diferenciação dos medicamentos de atenção básica e aqueles que são medicamentos do governo”, explica Terezinha Godoy Vieira, secretária municipal de saúde.

A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) é uma lista de medicamentos que deve atender às necessidades de saúde prioritárias da população brasileira. Deve ser um instrumento mestre para as ações de assistência farmacêutica no SUS. “Quando as pessoas chegam ao posto querendo algum tipo de vitamina, por exemplo, dispomos de algumas como complexo B, sulfato ferroso, esse inclusive ainda não chegou, vitaminas para gestantes. Mas, não vamos ter outros tipos de vitaminas sofisticadas, porque não faz parte da atenção básica”, salienta.

Outro ponto importante é sobre os medicamentos que tem na farmácia, mas são ajuizados. Esses medicamentos, segundo a secretária, levam um recurso considerável do município, porém é um direito do cidadão. “Hoje fornecemos uma medicação a um paciente que custa R$ 20 mil,  sendo que esse medicamento é para seis meses. Foi uma determinação do Ministério Público que precisa ser cumprida. Assim, ajudamos uma pessoa, mas em contrapartida temos que diminuir quantidades de outros tipos de medicamentos”, frisa. Ou seja, as determinações jurídicas precisam ser cumpridas.

“Não é tão simples chegar na farmácia, ou alguém fazer uma especulação e achar que não tem vitaminas. Seguimos o que preconiza o Ministério da Saúde com relação à atenção básica. Mas, estamos aqui na unidade para esclarecer, explicar e à disposição para sanar dúvidas”, afirma Teresinha.

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