abril 14, 2021

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O Brasil registrou mortes de COVID-19 como resultado do ataque de Kovacs às sanções regulatórias

Foto de arquivo: Um trabalhador de saúde preenche a vacina Govit-19 da Bharat Biotech com uma dose de covaxina durante a campanha de vacinação contra a doença do vírus Corona (Govit-19) no hospital All India Institute of Medical Sciences (AIMS) em Nova Delhi, Índia. 16 de janeiro de 2021. Foto por REUTERS / Adnan Abidi / File

SÃO PAULO (Reuters) – O Brasil registrou 3.780 mortes de COVID-19 na terça-feira, um novo recorde que a agência reguladora de saúde do país, Bharat Biotech, se recusou a certificar para a vacina do vírus covaxin corona, alegando que ela não atendia aos padrões de produção.

O Brasil atualmente tem um quarto das mortes de COVID-19 em um determinado dia, em qualquer país, o que é mais do que qualquer outro país, e seus esforços de vacinação são prejudicados pela falta de filmagens. O presidente Jair Bolzano foi amplamente condenado por lidar com a epidemia. (Gráfico: tmsnrt.rs/34pvUyi)

O governo brasileiro assinou no mês passado um acordo para a compra de 20 milhões de doses de covaxina fabricadas na Índia. Mas na terça-feira, a agência reguladora de saúde Anvisa disse que a injeção não atendia aos padrões de produção.

A Bharat Biotech havia solicitado no dia 8 de março o uso emergencial da vacina no Brasil.

A Bharat e sua parceira brasileira, Priscia Medicamendos, disseram em um comunicado que apelariam da decisão e apresentariam evidências de que ela cumpria com todos os requisitos.

O Kovacsin foi aprovado para uso em cinco países, incluindo a Índia, disse o relatório.

Relatório de Ana Mano, escrito por Eduardo Sims; Compilado por Christian Plumb e Lisa Schumacher

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