abril 15, 2021

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Nenhum lugar para se preocupar com infecções por COVID-19 como América do Sul, Brasil: OPAS

BOGOTÁ (Reuters) – A América do Sul é a área mais atingida pelas infecções pelo Govt-19, com casos aumentando em quase todos os países, disse quarta-feira o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (PAO).

Foto de arquivo: Idosos esperando para receber a vacina contra o vírus Pfizer-Bioendech Corona (COVID-19) em Lima, Peru, em 23 de março de 2021. REUTERS / Sebastian Castaneda

“Não há epidemias em lugar nenhum como na América do Sul”, disse a diretora Carissa Etienne em uma entrevista coletiva semanal.

O Brasil provavelmente testemunhou a revolta mais cruel e os cientistas prevêem que vai quebrar rapidamente uma onda recorde de maremoto em janeiro, com mortes diárias aumentando para mais de 4.000 na terça-feira.

“A situação no Brasil é nacional”, disse Sylvain Aldigeri, diretor do incidente Covit-19. “Nossa preocupação no momento é também dos cidadãos brasileiros, e é maior no contexto desses serviços de saúde”.

O Brasil agora tem acesso a mais vacinas e pode obtê-las por meio de uma parceria global, disse Aldigeri.

Se solicitado, a OPAS poderia estender sua assistência aos estados brasileiros, que já auxiliam na implantação de vírus, aquisição de oxigênio e testes.

As unidades de terapia intensiva no Peru e no Equador estão se aproximando da capacidade, dobrando na semana passada em algumas partes da Bolívia e da Colômbia, disse Etienne, acrescentando que a inclusão de cones do sul está acelerando os casos.

Estados Unidos, Brasil e Argentina estão entre os dez países com maior número de novos surtos em todo o mundo.

Houve mais de 1,3 milhão de novos casos de vírus corona nos Estados Unidos e mais de 37.000 mortes na semana passada, mais da metade das mortes em todo o mundo, de acordo com Etienne.

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“Não podemos facilitar a saúde pública e a intervenção comunitária sem bons dados e justificativas”, disse Etienne, acrescentando que “desacelerar e interromper a transação” exige uma ação decisiva por parte dos governos locais e nacionais.

Mais de 210 milhões de vacinas foram distribuídas nos Estados Unidos, acrescentou Etienne.

Bolívia, Nicarágua e Haiti podem ser afetados por atrasos nas exportações de vacinas pelo Instituto Serum da Índia, disse o vice-diretor Jarbas Barboza, mas a Organização Mundial da Saúde apelou ao governo indiano para ratificar os acordos de exportação.

Relatório Julia Sims Cope