abril 14, 2021

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Brasil ocupa o primeiro lugar em 300.000 mortes de COVID-19

Manifestantes colocam a bandeira nacional brasileira em um colchão em frente ao Hospital Ronaldo Casolla, no Rio de Janeiro, para protestar contra a forma como o governo está lidando com a epidemia Covit-19, organizada pela instituição de caridade do Rio de Janeiro. Brasil, 24 de março de 2021. (AP Photo / Sylvia Escuerto)

SÃO PAULO (AP) – O Brasil liderou a lista de 300 mil mortes de COVID-19 confirmadas nesta quarta-feira, o segundo país a fazê-lo em meio a um aumento nas epidemias, registrando o número de mortos nos últimos dias em um relatório de país sul-americano.

Os Estados Unidos alcançaram um marco difícil em 14 de dezembro, mas têm uma população maior que a do Brasil.

Na quarta-feira, o Ministério da Saúde do Brasil registrava 2.009 mortes por COVID-19 por dia, elevando o número total de epidemias para 300.685. Na terça-feira, o país registrou 3.251 mortes em um único dia.

De acordo com um relatório da mídia local, os números mais recentes do vírus corona podem ser afetados por mudanças no sistema de contagem do governo. O recém-nomeado ministro da Saúde, Marcelo Guerrero, disse em entrevista coletiva que verificaria se os números foram reduzidos artificialmente.

Com o aumento diário do número de mortes causadas por epidemias, governadores de estados e prefeitos no Brasil expressaram temor de que a superlotação do país possa piorar até abril-março.

Nos últimos 75 dias, o Brasil registrou 100.000 mortes confirmadas pelo vírus corona, com especialistas em saúde da Spike acusando-o de falta de coordenação política na luta contra o vírus, ignorando novos tipos e protocolos de saúde que poderiam se espalhar tão facilmente.

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O presidente Jair Bolzano realizou na quarta-feira uma reunião com líderes de outros departamentos do governo para coordenar os esforços antivírus. Mas ele não propôs nenhuma política para lidar com a epidemia.

Bolsanaro subestimou consistentemente a gravidade da epidemia, dizendo que a economia deve murmurar para evitar o agravamento das condições, e criticou as medidas de saúde impostas pelos líderes locais.